O empresário Urandir Fernandes de Oliveira, CEO do Ecossistema Dakila, voltou a usar as suas redes sociais para criticar parte da imprensa de Campo Grande pela publicação de matérias sem a devida checagem de fatos, sem transparência e sem o cuidado mínimo com a veracidade das informações.
Conforme ele, veículos como os sites Campo Grande News e Midiamax, bem como o jornal Correio do Estado, entre outros, acabaram “pagando mico” ao distribuir o mesmo conteúdo, reproduzindo narrativas sem análise crítica, apuração ou responsabilidade editorial.
Urandir de Oliveira reforçou que esse tipo de conduta não apenas compromete a credibilidade do jornalismo, como também expõe esses veículos ao descrédito público, afetando imagens, reputações, pessoas, empresas, projetos e gerando danos reais à sociedade.
Na avaliação do empresário, a insistência nesse comportamento revela um padrão nocivo, antiprofissional e desinformativo. “Informação é um compromisso público e quando tratado com negligência, transforma-se em motivo de constrangimento coletivo”, destacou.
“Essas mídias publicam matérias tendenciosas, visando prejudicar a mim e o Ecossistema Dakila, bem como os seus associados. O site Campo Grande News mente ao afirmar que eu me afastei do radialista Eli Sousa devido a investigação de uma suposta fraude de dinheiro público na cidade de Terenos”, declarou.
O CEO do Ecossistema Dakila reiterou que sua amizade e parceria comercial com Eli Sousa permanecem inalteradas, independentemente de qualquer resultado judicial, e acusou o site de criar uma narrativa tendenciosa por inveja.
“Já o jornal Correio do Estado publicou matéria sobre Ana Carolina Reginato, que alegadamente cobraria a devolução de R$ 300 mil investidos na BDM Digital. Essa narrativa também é falsa, pois a Ana Carolina Reginato era sócia da minha primeira empresa, na qual Eli Sousa também participava, e que ela se apropriou indevidamente de 69 mil ativos digitais”, acusou.
Ele observou ainda que oito mídias diferentes publicaram notícias quase idênticas sobre o caso de Ana Carolina Reginato, indicando a possibilidade de matérias pagas. “Os oito jornais mencionados como responsáveis por essas matérias mentirosas e desinformadas, que são Campo Grande News, Midiamax, Correio do Estado, Teatrine TV, Cenário MS, O Jacaré e Precursor”, enumerou.
Urandir de Oliveira acrescentou que as publicações lhe deram “munição” para entrar com processos contra os jornais. “Muitos desses jornais buscam dinheiro público de políticos (prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governos) para manter suas operações, muitas vezes exercendo pressão para obter patrocínios em troca de cobertura positiva”, denunciou.
Ele contrasta essas práticas com o trabalho de veículos que atuam com ética, respeito e verdade. “A maioria desses jornais e seus proprietários têm processos criminais e cíveis, portanto, não podem questionar a minha moralidade”, argumentou.
O empresário afirmou ainda que esses jornais não trazem benefícios à população, apenas “atormentam a vida das pessoas” com informações distorcidas e fake news, sem gerar empregos. “Eu aconselho comerciantes e anunciantes a terem cuidado ao patrocinar esses veículos. Vocês deveriam investigar o histórico deles, levantar a ‘capivara’ dessas empresas e dos seus proprietários, pois podem se assustar com o que encontrarão”, assegurou.
Para encerrar o vídeo, o CEO do Ecossistema Dakila disse que, enquanto o foco deveria ser a suposta fraude de dinheiro público em Terenos, os jornais desviaram a atenção para ele, o que pode ser atribuir a um possível incômodo ou “limitação intelectual” por parte deles.
Fonte: DiarioNews Foto: Divulgação








