Revista Conexão Cidade chega à edição 75 e reafirma sua força na comunicação regional

Quando criamos a Revista Conexão Cidade, em outubro de 1999, em Dourados, não era apenas um novo projeto que nascia. Era a continuidade de um sonho que começou ainda nos anos 90, com o Programa Conexão Cidade, exibido pela TV Caiuás, afiliada da TV Bandeirantes.

Guardo lembranças que o tempo não apaga. Como a da 3ª edição, em dezembro de 1999. Mau pai, Antonio Marques dos Santos, passou no meu escritório, pegou alguns exemplares da revista e seguiu viagem para o final de ano. Aquela foi a sua despedida.

Ele faleceu em São Paulo, no dia 03 de janeiro de 2000, e foi sepultado em Dourados no dia 04 de janeiro.

A Conexão Cidade cresceu, evoluiu e ultrapassou fronteiras. Hoje, além de suas raízes em Dourados, também está presente em Campo Grande, ampliando sua atuação e consolidando sua marca em todo o estado.

Cartunista Ziraldo em janeiro de 2001 lendo a Revista Conexão Cidade em Bonito no La Paloma Residence

Entramos no digital, nos reinventamos e acompanhamos as mudanças do tempo. Atualmente, nossa revista alcança leitores em diversos estados do país, com forte presença em cerca de 2.000 grupos de WhatsApp, listas de transmissão e redes sociais como Facebook e Instagram, atingindo um público estimado de mais de 500 mil pessoas. Mas, para mim, nenhum número é maior do que a história que construímos.

Chegar à edição 75 é motivo de orgulho. É olhar para trás e ver que valeu a pena não desistir. É entender que cada página publicada carrega não só informação, mas também um pouco da minha história, da minha luta e daquilo que herdei do meu pai.

Em maio de 2017 no Jornal O progresso com Dona Adiles do Amaral Torres

Se hoje a Revista Conexão Cidade é reconhecida e respeitada, é porque foi construída com base em princípios sólidos os mesmos que aprendi desde cedo. Esta edição 75 é dedicada ao meu pai.

Seguimos conectando pessoas, histórias e sonhos. E seguimos honrando aquilo que realmente importa.

Fonte: Arquivos Conexão Cidade – Lupércio Marques

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